Por culpa de bandas como o “The Mission”, veja como o mundo me perdeu como um proeminente músico de sucesso e fui parar no mercado de TI.

Deixe um comentário

Obviamente que o título do meu post é só para chamar a atenção.

Há bandas de rock que marcam a sua vida, principalmente quando você tem pretensões musicais maiores, como seguir uma carreira musical bem sucedida. Neste momento eu escutava bandas como U2, que, apesar da simplicidade, conseguia passar originalidade em seu som. Agora uma banda um tanto undergroud e que me mostrou que eu estava longe de conseguir atingir o meu som perfeito foi o The Mission. Escute só o som que os cara faziam:

 

 

 

Depois de escutá-los eu pensei: “Pronto, já fizeram o som perfeito, então não há mais nada para inventar”.

Hoje pode parecer um absurdo o abandono da minha pretensão musical, mas em 1994, ao longo dos meus 21 anos, sendo 4 deles estudando música clássica e outros 4 como aspirante a músico profissional e professor de violão e guitarra, me levaram a ser o que hoje eu sou. Sim, graças a perfeição sonora de bandas como Pink Floyd, U2, Led Zeppelin e The Mission. Era com se eles estivessem me dizendo “E aê, vai encarar?!”

Sempre fui muito competitivo, joguei basquetebol e sempre concorria com os músicos para mostrar que era melhor. Se como músico não dava, eu precisava canalizar esse meu espírito competitivo. Fiz administração, me profissional de Internet e gestor comercial de TI para B2B. Agradeço a todas as bandas e músicos perfeitos por me mostrarem que o meu negócios é está no mercado de TI e música eu faço no final-de-semana com os amigos e até com minhas filhas que já tocam.

E é isso aê: todo profissional de TI ou foi um pretenso artista ou não estudou o suficiente para ser um engenheiro ou médico. ;-)

A Perda dos Valores Sociais e a Relativização do Mal influenciam negativamente as crianças e a sociedade.

5 Comentários

A Relativização do Mal é uma ação premeditada de seus autores, perpetuada por muitos inocentes úteis e que é um dos fatores para a perda de valores sociais.

A Relativização é o primeiro passo para a inversão de valores. Na sociedade pós-moderna, em que não há mais referências que balizem julgamentos sobre o bem e o mal, o certo e o errado, o justo e o injusto, até mesmo desenhos animados são influenciados. Não há mais personagens 100% justos, 100% puros, 100% bem intencionados.

Por que será que os super-heróis bonzinhos e totalmente do bem não tem mais graça?

Nem mesmo os pais conseguem educar seus filhos de forma a explicar o que é o certo ou o errado. Eles mesmos já sofrem com esse processo de inversão de valores.

Desde quando o mal passou a ser bem e o bem passou a ser relativizado?

Este ensaio não tem por objetivo responder a todos as questões. Apenas iniciar o debate. Porém, pior do que a inversão de valores, são as conseqüências sociais da perda de valores sociais básicos como o altruísmo, a compaixão, vida humana, misericórdia, tolerância etc. Nunca vimos tantos filhos sendo assassinados por seus pais, filhos matando seus pais, violência pura e gratuita que parece que saiu de filmes de terror para a vida real.

Por que tudo isso está acontecendo? Há muitas resposta, mas certamente uma delas passa pela perda de valores, provocadas pela relativização do mal. Muitas vezes a relativização do mal é uma ação premeditada de pessoas sem valores espirituais altos ou de baixos valores morais e sem nenhum compromisso com a sociedade, onde os fins justificam os meios.

Quem relativiza o mal, tem a necessidade de entreter com o novo o bizarro e a estupedificação coletiva em programas de TV e filmes violentos e onde lucram com as debilidades humanas e suas fraquezas. Quem relativiza o mal, justifica suas ações pela necessidade da sociedade ter mais opções

Um bom exemplo desta relativização do mal é o desenho animado infantil The Imp (numa tradução livre: O Diabinho). O desenho passa no Brasil pelo canal infantil Cartoon Network.

“The Imp”, criado por Andy Fielding e que se passa no inferno e seus arredores. Ele é um pequeno diabo malvado que tenta preencher o mundo do mal, mas não sabe como fazer. Entre os diversos personagens, há o Big Boss (o próprio Diabo).

A relativização do mal não é apenas uma ação pessoal, como também pode ser promovida por empresas. Ainda dentro do exemplo do The Imp, a série foi criada pelo estúdio Red Kite Animations e Screen 21, realizado e distribuído pela BRB Internacional, que é o mesmo estúdio espanhol que distribui Os Muppets, A Pantera Cor de Rosa, Tom & Jerry e a série “As Panteras”.

Um imp ou diabrete é um ser mitológico semelhante a uma fada ou um demônio, freqüentemente descrito no folclore e superstição. A palavra deriva do termo ympe, usado para denotar uma árvore enxerta. Imps geralmente são mais descritos como seres arteiros do que como ameaçadores, e como seres mais inofensivos do que seres sobrenaturais mais conhecidos. Os ajudantes do diabo às vezes são descritos como imps. Geralmente são descritos com pequena estatura e cheios de energia.

Que valores o Sr. Fielding, a Red Kite, Screen 21 e a BRB querem passar às crianças que assistem Imp? Fazer o mal é divertido, é bonitinho?

Antes bruxas, monstros, ogros e vampiros eram seres do mal. Com a relativização do mal, toda criança quer ser uma personagem de “Os Feiticeiros de Waverly Place”, acha lindo os Monstros SA, morre de rir com Sherak, assim como as adolescentes sonham em serem mordidas pelo vampiro Edward. Não satisfeitos criaram Hellboy e colocam o simpático comediante Adam Sandler para ser “Um Diabo Diferente”.

Voltando ao desenho Imp, ele é exibido na grande de programação de canais de diferentes países, como a Disney Japão, TVC e Antena 3 na Espanha, mas até agora não vi nenhuma discussão que mostre o compromisso de seus criadores e produtores em educar ou passar valores positivos e do bem.

Como um diabo pode ensinar bons valores? Como pode ser bom para o desenvolvimento dos valores humanos de uma criança?

Os exemplos de relativização do mal não param por ai. Há inúmeros desenhos que podemos dizer além de não contribuírem em nada com a construção dos futuros cidadãos em uma sociedade que carece cada vez mais de valores bem definidos. Programas televisivos como o BigBrother e algumas novelas, assim como video-games como Control Strike e GTA, são um desserviço social tão grande, que a sociedade deveria no mínimo estudar seus efeitos psico-sociais e na formação de psico-patologias ou de ações violentas contra a própria sociedade.

O povo não gosta de porcaria, mas consome o que lhe é dado. O povo consome as porcarias da televisão porque é de graça. É preciso ter interesse de Estado em levar cultura ao povo brasileiro por meio do teatro. A televisão não é só a política do pão e circo. A televisão é interesse de Estado. Tem que haver contrapartida de interesse público. E o interesse público numero um hoje deve ser uma política de reeducação para a volta dos valores absolutos, barrando iniciativas nocivas de relativização do mal em nossa sociedade.

Qual a diferença entre a lei e a fé? Leia esta breve meditação e descubra.

Deixe um comentário

Somos salvos pela lei ou pela fé? Hoje cedo, em minha meditação encontrei este texto, onde o Apóstolo Paulo em sua carta aos Gálatas 3:6, 9, 11, 13, 14, explica a diferença entre a lei e a fé:

Lembrem do que as Escrituras Sagradas dizem a respeito de Abraão: “Ele creu em Deus, e por isso Deus o aceitou.” Abraão creu e foi abençoado; portanto, todos os que creem são abençoados como ele foi. É claro que ninguém é aceito por Deus por meio da lei, pois as Escrituras dizem: “Viverá aquele que, por meio da fé, é aceito por Deus.” Porém Cristo, tornando-se maldição por nós, nos livrou da maldição imposta pela lei. Como dizem as Escrituras: “Maldito todo aquele que for pendurado numa cruz!” Cristo fez isso para que a bênção que Deus prometeu a Abraão seja dada, por meio de Cristo Jesus, aos não judeus e para que todos nós recebamos por meio da fé o Espírito que Deus prometeu.

O cristão corretamente doutrinado, crê no que o próprio Jesus ensinou: “Ninguém vem ao Pai se não por mim” (Jo. 14:6) Basta crer em Jesus. Só isso?! Só. Então pode padre, papa, pastor, guru, pai de santo, anjo, espírito evoluido, Inri Cristus, Satanás ou filósofo, falar outra coisa, mas é só por meio de Cristo que as pessoas terão a vida eterna.

Então não é preciso ter uma religião, fazer boas obras, crer em Maria, fazer qualquer tipo de penitência, ser membro da Igreja Católica Romana ou qualquer outra igreja evangélica para ser salvo. Ninguém vai a Deus se não for por Cristo. O sacrifício de Jesus na cruz foi o suficiente para nos salvar.

Então, ainda aos da igreja de Gálatas, o Apóstolo Paulo escreve:

Mas sabemos que todos são aceitos por Deus somente pela fé em Jesus Cristo e não por fazerem o que a lei manda. Assim nós também temos crido em Cristo Jesus a fim de sermos aceitos por Deus pela nossa fé em Cristo e não por fazermos o que a lei manda. Pois ninguém é aceito por Deus por fazer o que a lei manda. Ga 2:16 NTLH

Portanto, não há orgulho nenhum quando afirmamos sermos aceitos por Deus pela fé em Cristo Jesus, nem muito menos soberba de afirmarmos que somos aceitos por Deus por meio da fé em Cristo Jesus, o Filho de Deus, pois é como o apóstulo explica em Gálatas 6:14 ”Mas eu me orgulharei somente da cruz do nosso Senhor Jesus Cristo. Pois, por meio da cruz, o mundo está morto para mim, e eu estou morto para o mundo.”

Que o Espírito nos convença de todo erro, pecado e nos livre de achar que chegaremos a Deus por outros meios se não a fé.

QUER LER MAIS? Se você quiser entender a promessa de Deus à Abraão, que foi estendida a você, continue lendo depois do versículo 14 de Gálatas 3: http://bible.us/Gal3.6.NTLH

Entradas mais Antigas

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Join 245 other followers