Para Seus Negócios, o Maior Espetáculo da Web


Por Wesley Porfírio
Por culpa de aventureiros desqualificados e/ou precipitados, os projetos Web não fazem os olhos dos empresários brilharem.
Todo profissional de Web deveria conhecer a história de Phineas Taylor Barnum ou somente PT Barnum (1810-1891), milionário estadunidense dotado de personalidade extravagante, exótica e considerado o inventor do circo moderno. Talentoso e controvertido, esse estadunidense sabia que as pessoas cultivavam um apetite feroz pelo fantástico, pelo exagero e, graças a esse faro, notabilizou-se como um dos mais bem-sucedidos empresários do showbizz da história, atraindo para seus espetáculos e exposições levas e mais levas de pessoas sedentas de novidades.
 
Um total de 40 milhões de boquiabertos estadunidenses (o equivalente à população inteira dos EUA, à época) passaram pelas portas do Museu Americano fundado por Barnum em meados do século XIX. Em 1855, Barnum fechou seu museu e, com um sócio, fundou o Barnum and Bailey Circus, “O maior espetáculo da Terra”, cuja grande vedete era um elefante africano de 6 toneladas chamado Jumbo. Desnecessário dizer que o circo foi um estrondoso sucesso e que seguiu existindo por um bom tempo mesmo após a morte de seu fundador, aos 80 anos, em 1891.
 
Hoje os empresários querem para seus negócios o maior espetáculo da Web, contudo parece até que estamos em decadência. Por que as produtoras Web deixaram de alçar vôos conceituais mais ousados? É porque não estão ligadas a realidade de seus clientes! Elas não dão à devida atenção aos frios dados de pesquisas apresentados pelos clientes, muito menos sabem interpretá-los. A produtoras se precipitam em atende rapidamente e esquecem que a Web é puro marketing de relacionamento — a começar com o relacionamento com o próprio cliente.
 
As produtoras Web acham que o que importa é quantificar o projeto e não dão à devida atenção a realidade financeira do cliente. Acham-se um time profissional “que joga o maior bolão”… time super-qualificado… e não querem assumir a execução de um pequeno projeto que tenha crescimento contínuo e/ou progressivo com o cliente. Precipitam-se em dizer que “este é o valor de mercado e quem faz por menos está se prostituindo”. Mas esta é uma visão simplista e que subestima a capacidade do cliente criar junto com a própria produtora.
 
O certo é ser mais interessados pelo encantamento do cliente. Barnum sabia disso lá em meados dos 1800. Que lições ele nos dá hoje? Nossos projetos de Web tem que fazer os olhos dos nossos clientes brilharem. Se você está pensando em sites com maravilhosas animações em flash, errou mais uma vez. Não estou falando de web-design. Estou falando de e-business, de conhecimento de como os negócios funcionam, de como aplicar a visão e o raciocínio estratégico numa campanha de web-marketing ou e-mail-mkt. Simplesmente, precisamos de pitadas mais generosas de Barnum em nossos sites e campanhas. Não é babaquice, nem pieguice. Na Web, sem “hipnotizar” o consumidor não se vende nada.
 
O cenário atual é que as empresas se informatizaram, a Internet no Brasil já está na adolescência e o comércio eletrônico vendendo mais do que nunca. Só que, mesmo com a Web virando a nova TV interativa, as necessidades de comunicação eletrônica corporativa continuam as mesmas de há 10 anos atrás. São poucos os profissionais de Web dotados do espírito do velho Barnum que vive em tudo que salta aos olhos, que destoa do usual, violenta nossos padrões de normalidade. E o que é um projeto web site senão hipnotizar o visitante?
 
Boa parte dos sites consagrados da atualidade, como o YouTube e o Charges.com.br, abusam do “nonsense”, do ridículo, da esquisitice. O primeiro é um sistema milionário, recém comprado pelo Google e o segundo tinha tudo para ser um site nanico se não fosse o espírito criativo e empreendedor do chargista Maurício Ricardo. Porém, nenhum deles é o site de uma empresa tradicional. São poucas as empresas off-line que estão se dando bem on-line. A maioria das empresas querem ir para a Web, mas tem medo de levar outro golpe de um mal profissional ou de serem exploradas por uma produtora com um projetos megalomaníaco e com valor estratosférico.
 
Temos que inovar nos projetos dentro da realidade de cada empresa, sabendo respeitar uma carência de comunicação eletrônica, muitas vezes travestida de analfabetismo on-line. São poucos os profissionais interessados em lecionar ao empresariado o proveito que ele tirará da Web, para diminuir seus custos operacionais, vender mais, se relacionar melhor com o seu público alvo e/ou automatizar processos com maior mobilidade em sua gestão estratégica. A maioria só quer vender sites. Enfim, tirantes alguns espasmos, está tudo normalzinho em nossa morna paisagem Web empresarial.
 
Mas também, é pedir muito para uma simples produtora Web ter a consciência de e-business lucidamente integrada a outras escolas do conhecimento humano. Essa produtoras ao analisarem a necessidade de comunicação versos o potencial de investimento do cliente, simplesmente “crescem o olho” empurrando goela abaixo “soluções” gigantesca que criarão desperdícios igualmente gigantescos. Mesmo que o cliente tenha potencial de investimento e que todos os estudos e pesquisas indiquem que o projeto tem que começar grande, é preciso conter a ansiedade e o bom senso. Dar tempo ao tempo para conhecer melhor o negócio do nosso cliente. Vemos agora que prostituição de mercado não é apenas cobrar barato ou abaixo do valor de mercado, mas se aventurar num projeto Web sem a devida capacidade para pensar em e-business. Mas isso já é assunto para outro artigo.
 
O ideal é a contratação de um profissional de e-business que faça avançar o projeto Web, roteirizado por estudos e pesquisas, à medida que o relacionamento com o cliente vá aumentando. Isso fará com que ambos se conheçam melhor e firmem melhor as próximas etapas ou ações do projeto. O resultado será que muitas das ações que seriam executadas precipitadamente serão racionalizadas. Assim, nossas ações farão os olhos do cliente brilharem, pois levamos para seus negócios o maior espetáculo da Web. Reza a cartilha de Barnum — considerado por muitos o avô do marketing, dada a sua postura em tratar o espetáculo como um lucrativo negócio — que todo espetáculo devia tornar a realidade um lugar mais interessante e exercer um efeito mesmerizador nas pessoas. A Web é hoje esse lugar interessante.
 
Wesley Porfírio
Diretor Comercial
 
www.wsite.com.br
comercial@wsite.com.br
Goiânia (62) 3202-4237 ou 8163-5195
Brasília (61) 8157-1292
Skype: wesleyporfirio
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