PT exige que todos os políticos ligados ao PT apóiem o projeto anti-homofobia


PT adverte deputado contrário a direitos GLBT

O presidente nacional do PT, Ricardo Berzoini, e o secretário de Movimentos Populares do partido, Renato Simões, enviaram na segunda-feira, 9/4, ofício ao líder da bancada petista na Câmara, deputado Luis Sérgio, solicitando que esclareça ao deputado Henrique Afonso (PT-AC) as posições partidárias favoráveis os direitos dos gays, lésbicas, travestis, transexuais e bissexuais (GLBT).
Na carta, publicada na íntegra abaixo, os dirigentes do PT relatam o conjunto de posições partidárias de apoio à luta GLBT e solicitam ao líder da bancada que se empenhe no sentido de prestar esclarecimentos ao deputado Henrique Afonso para que haja plena sintonia entre sua ação como parlamentar e as diretrizes partidárias. Os dirigentes também colocam a Executiva Nacional do PT à disposição dos parlamentares da bancada federal para consolidar a necessária unidade de ação em torno das bandeiras dos direitos humanos e da comunidade GLBT.
A carta de Ricardo Berzoini e Renato Simões é uma resposta da executiva do PT à solicitação de providências feita pelo setorial nacional GLBTcom relação à atuação do deputado federal Henrique Afonso (PT-AC), que tem se posicionado contrariamente à aprovação do PLC 122/2006, que criminaliza a homofobia.
Em ofício à executiva do partido, o setorial GLBT do PT denunciou documento do deputado petista do Acre que trata o “homossexualismo” (sic) como um dos elementos de degradação da família. Além disso, o deputado é um dos líderes da “Frente em defesa da família”, que tem se posicionado contrariamente a aprovação de leis que assegurem os direitos dos homossexuais, pois elas não teriam respaldo bíblico.
Para Julian Rodrigues, da coordenação nacional do setorial GLBT do PT, a carta de Berzoni e Simões é uma vitória de todos os que lutam pelos direitos humanos no partido. “A executiva do PT está de parabéns ao advertir o deputado Henrique Afonso. Afinal, o estatuto do Partido coloca como dever dos filiados combater todo os tipos de discriminação, e cita nominalmente a discriminação por orientação sexual”, afirma Rodrigues. “É preciso deixar claro que as posições do Partido com relação aos direitos humanos e civis dos GLBT se referem à esfera pública, e estão, portanto, acima das convicções religiosas de cada militante, que são de foro íntimo”, enfatiza Julian Rodrigues

Comentário do blogger
Como cristão protestante, tenho o dever de não discriminar ninguém e, sendo coerente com a minha fé, não sou homofobico. A homofobia é ser agredir o direito do homossexual de ser homossexual. Como cidadão, tenho o dever de não discriminar ninguém e, coerente com a minha civilidade, devo respeitar as diferenças e as diferentes opiniões que me cercam e que muitas vezes são divergentes das minhas.

Porém, tenho minha opinião sobre o homossexualismo, que é um conceito e não um preconceito. Este é o meu direito de liberdade de expressão como cidadão, de pensar diferente e agir dentro dos limites legais e de minha consciência. Isso por si só seria o suficiente para a fé cristã (seja católica ou protestante) ter o direito de divergir da opinião da sociedade laica (desencilhada de qualquer credo religioso). Na prática só isso não é o suficiente, é preciso haver leis que limitem deveres e obrigações dos diferentes grupos sociais que militam entre si quanto a este assunto.

Comentando especificamente a notícia da advertência do PT para com o Dep. Henrique Afonso, digo apenas que o partido é laico, assim como o Estado e se comportam de maneira coerente com a opinião do partido quanto ao homossexualismo. Agora o deputado advertido terá que definir se permanece firme nos seus conceitos e defendendo seus eleitores, correndo o risco de ter que sair do PT ou não.

Por outro lado, somos nós, cristãos, independentes de estarmos unidos em partidos políticos ou denominações, que temos que lutar contra a “ditadura gay” imposta por eles mesmos (os gays) que estão com poder aquisitivo cada vez maior. E você sabe que neste mundo quem tem dinheiro tem poder até de lei, de voto, de censurar, de tentar calar ou, no caso deles, de até tirar dos anais da medicina que o homossexualismo é uma doença, um distúrbio a ser tratado.

Cabe a nós, defensores dos ensinamentos de Cristo, de não cruzarmos os braços diante da injustiça, de não discriminar pessoas, de não nos calarmos diante da verdade, dizer que não somos homofóbicos e/ou preconceituosos, apenas acreditamos que o homossexualismo é mais do que uma doença física ou psico-comportamental, mais uma doença da alma.

Minha fé não é crime! Temos o dever de subvertermos esta ordem satânica. Devemos usar as orações, mas as ações também. Inclusive, devemos medir queda-de-braço com eles (gays), mostrando o poder econômico e político do evangélicos no Brasil. Entregar-se sem lutar é negligência para com a saúde social brasileira e é anti-bíblico também.

Temos que apelar por nossos direitos de liberdade de expressão (pensar, expressar e agir) de forma diferente. Não podemos deixar que a ditadura gay nos tire este direito. Hoje um psicólogo convicto de que o homossexualismo é uma doença, um distúrbio pode ser até denunciado por está agindo de forma ilegal a orientação de seu conselho de classe. Não podemos deixar isso acontecer também conosco. Temos o direito de ensinarmos em nossas igrejas as verdades bíblicas sobre o homossexualismo e que Jesus ama o homossexual e quer curá-lo.
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