Limite Vertical – Comentário sobre o filme


Comentário sobre o filme

Fixa técnica:
Título Original: Vertical Limit
Gênero: Aventura
Origem/Ano: EUA/2000
Duração: 124 min
Direção: Martin Campbell
 
Elenco:
Chris O’Donnell… Peter Garrett
Bill Paxton…Elliot Vaughn
Robin Tunney…Annie Garrett
Nicholas Lea…Tom McLaren
Alexander Siddig… o pai
 
Não é exatamente um filme sobre os desafios do alpinismo. Se fosse, a grande questão não seria “dá pra subir até lá em cima, ficar mais rico e mais famoso, sem morrer?”, e sim “pra que subir, se posso morrer?”. Não é, nem de longe, uma reflexão sobre os limites impostos pela natureza, tão bela e tão perigosa. Se fosse, não haveria um conflito tão óbvio entre os alpinistas “do bem” e os “do mal”.
 
A natureza é igual para todos. Limite vertical é, desde o seu início, uma história de ação e aventura, que relaciona o fantasma da morte com coisas tradicionalmente emocionantes como o amor de um pai pelos seus filhos, de irmãos entre si, de maridos por suas esposas. Martin Campbell, o diretor, consegue dar calor humano às peripécias nos cumes gelados, e assim, em ritmo sempre acelerado, diverte, emociona e cria bons momentos de suspense.
 
E, mesmo mantendo-se abnegadamente na tradição narrativa do herói em luta contra si (o drama do passado, quando perdeu o pai), contra a natureza (o K2) e contra um vilão (o milionário boçal), Limite vertical consegue pintar um retrato convincente do bando heterogêneo de malucos que escalam aquela montanha infernal. É um filme divertido, informativo e emocionante. Pra mim, tá mais que bom.
 
Neste trecho do filme, eu cortei a parte mais pesada (sangrenta), em que o filho corta a corda do pai e o pai se esborracha no chão. O trecho deste filme foi apresentado pela Professora Lúcia Kratz, coordenadora do curso de administração de empresas, em palestra sobre comunicação empresarial. Com isso ela quis mostrar que, muitas vezes, o processo de decisão é um verdadeiro sacrifício, mas que o bom líder sabe até do seu dever de se sacrificar por sua equipe. Guardada as devidas proporções, foi isso que o pai fez por seus filhos: se sacrificou.
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