O brasileiro quer transformar a educação do Brasil, só que para pior!


Crianças fazem prova usando capacetes de pastas para não visualizarem o que está ao lado (Imagem: Techeblog)Vi a seguinte matéria do site do CanalTech:

“Só na China: métodos bem estranhos para evitar que alunos colem nas provas”
(http://bit.ly/Vxhx33 20.10.2012 12h16)

Crianças fazem prova usando capacetes de pastas para não visualizarem o que está ao lado (Imagem: Techeblog)

O interessante é que muita gente deu razão para os chineses, dizendo que aluno tem que ser tratado assim mesmo, se não fica do jeito que está com alunos batendo em professores. Bom, parece que existe um monte de gente especialista em educação, não é? E eu não vou fugir a essa regra. Sou um desses que não é especialista, mas vou dar a minha opinião aqui.

Ainda há quem acredita que a dureza fará os alunos aprenderem e, não é que eles conseguem aprender! Porém, tomar gosto pelo conhecimento, pela leitura, por descobrir, por inventar, solucionar de forma lúdica é um caminho muito caro e difícil, pois exige compromisso com o estudante. Compromisso do mestre com o aprendiz. Compromisso da escola com o mestre. Compromisso da sociedade e Estado com a escola. Compromisso é caro e a tendência é defendermos o caminho mais barato e burro da estupeficação do ensino, da decoreba e do atraso.

Hoje, a escola é a maior assassina da criatividade. Ensinamos nossas crianças a terem medo de errar, quando na verdade errar faz parte do processo de aprendizagem. Então, toda criança entra criativa e sai um robozinho pensando igual, falando igual e agindo igual. Nós achamos que a dureza da lei vai corrigir, pois tem efeitos emediatos, mas a lei não cura e o medo não constroe nada. O medo não cria! O medo só trava! Ora, se o medo resolvesse, já estaríamos numa sociedade mais evoluída no Brasil, depois da Ditadura Militar. Ao invés disso, depois da ditadura, criamos uma geração medrosa, passiva, que não sabe se defender de seus governantes. Que só sabe bater continência e não sabe criar ou inovar.

O que dá para perceber é que o brasileiro sabe que a educação está ruim e que precisa ser transformada. Porém, do jeito que querem, só vão conseguir transforma de mal a pior. Meus amigos, vou a dizer novamente que eu não sou especialista em educação, mas eu aprendi uma coisa com a minha amada professora da antiga 4ª série, Maria José Pimentel Barcelos (nunca vou esquecer o nome completo de quem me ensinou com amor):

“Gente, a mudança maior sempre é de dentro para fora.”

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