Desigrejados, Igrejados e Similares


Os verdadeiros evangélicos não são tão fáceis de ser identificados em pesquisas.

Uma análise dos três novos seguimentos menos evangelizados do Brasil e que são praticamente invisíveis para a Igreja Evangélica.

1ª PARTE) Contextualizando:

“A seara é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, pois, ao Senhor da plantação que mande obreiros para fazerem a colheita.” (Lucas 10:2)

Os campos estão brancos para a colheita, mas a Igreja nem sabe onde esses campos estão. É como se os campos estivessem escondidos. Os campos vistos pelas igrejas locais continuam sendo os mesmos movimentos:

a) As cinco estratégias evangelísticas mais usadas em nossas igrejas locais:

  1. Estratégia dos Visitantes: não ir colher nos campos que estão fartamente brancos, mas esperar que Deus mande algumas espigas novas para serem colhidas em nossa igreja local;
  2. Estratégia de Migração: igual a estratégia 1,  só que as espigas velhas que já foram um dia colhidas e que só migraram para a nossa igreja local;
  3. Estratégia de Células ou Pequenos Grupos: é a mistura da estratégia 1 com a estratégia 2, onde nós esperamos colher algumas espigas novas e migrarem ouras espigas velhas para nossa igreja local;
  4. Estratégia de Missões Urbanas: finalmente nossa igreja local enviou trabalhadores para colher algumas espigas em alguns campos vizinhos e depois serem levados para a nossa igreja local; e
  5. Estratégia de Missões Transculturais: nossa igreja local enviou trabalhadores para colher algumas espigas em campos muito distantes, para depois de alguns anos eles montarem um igreja local para fazerem as estratégias 1, 2, 3 e 4.

b) Qual o problema de utilizar só essas 5 estratégias?

O problema das duas primeiras estratégias é que elas são endógenas e centras dentro das quatro paredes das igrejas locais. Se a nossa igreja local só utiliza essas duas estratégias, ela está sendo desobediente à Grande Comissão.

O problema da terceira estratégia é que ela começa exógena apenas para cumprir um objetivo endógeno, disfarçando uma desobediência de não ir aos campos missionários. Assim, a nossa igreja local se convence que essas reuniões, usadas só para potencializar as estratégias 1 e 2, compensam a negligência da falta de investimento em missões.

Fazer missões urbanas é cumprir o Ide e Pregai. O problema é quando essa movimentação exógena acontece só para potencializar as estratégias 1 e 2 que é estritamente endógena. Pergunte para si mesmo: o que motiva essa missão é ganhar almas para Cristo ou atrair pessoas para a minha igreja local? Ganhar almas pe Jesus tem que ser o real motivo de missões urbanas. Se isso atrai pessoas para a nossa igreja local, pode ser uma conseqüência natural, nunca o real motivo.

Fazer missões transculturais é cumprir o Ide e Pregai. O problema é quando a nossa igreja local ou a nossa denominação desconhece ou não reconhece a existam de outros campos missionários muito mais perto da nossa igreja local, dentro de nossa própria cidade e que também precisam de investimento em missões.

Os primeiros oito seguimentos menos alcançados pelo Evangelho no Brasil:

Felizmente, a Igreja Brasileira já analisou e chegou a conclusão de que existem 8 seguimentos (7 socioculturais e 1 socioeconômico) que demandam grandes investimentos missionários. Graças a Deus, além do investimento em missões transculturais, a Igreja Brasileira foi despertada para começar trabalhos missionários para esses 8 segmentos reconhecidamente menos evangelizados no Brasil.

A Revista Ultimato publicou em 2014 [1] que são esses os 8 seguimentos menos evangelizados e que precisam de mais missionários. Ao lado do nome dos segmentos, colocamos uma estimativa quantitativa e a fonte de pesquisa que pode ser conferida no final desta pesquisa:

  1. Indígenas 900.000 [2];
  2. Ribeirinhos 7.000.000 [3];
  3. Ciganos 700.000 [1];
  4. Sertanejos 15.000.000 [4];
  5. Quilombolas 1.170.000 [5];
  6. Imigrantes 700.000 [6];
  7. Surdos 10.000.000 [7];
  8. Os 10.000 mais ricos dos ricos [8] e os 9.400.000 mais pobres dos pobres [9].

Não há dados recentes do IBGE, mas recentes análises do crescimento dos evangélicos no Brasil nos leva a crer que já somos mais de 61 milhões de evangélicos [11]. Porém, nós sabemos que esse número tem crescido inversamente proporcional a qualidade do ministério profético do Evangelho de Cristo Jesus que essas igrejas professam.

Assim, temos muitos que se dizem evangélicos e os institutos de pesquisa colocam todos dentro do mesmo rótulo de evangélicos, mas na verdade são bem distintos entre si. São eles: os desigrejados, os igrejados e os similares ou mal evangelizados. Este 3 seguimentos são mais difíceis de serem enxergados pela Igreja, pois não são selecionados por características socioculturais ou socioeconômicas, mas por características socioespirituais.

Desta forma, mal a Igreja Brasileira chegou a um consenso de que existem os 8 seguimentos não alcançados, agora precisam incluir mais esses outros 3 seguimentos tão grande quanto quantitativamente quanto a somatória dos primeiros 8 seguimentos.

2ª PARTE) Não-Evangélicos:

Evangélico é quem segue o Evangelho de Jesus Cristo e está em comunhão com Cristo e seu Corpo que é a Igreja.

Fora isso, existem os não-evangélicos que estão normalmente no meio dos evangélicos ou se identificam como evangélicos ou são contados estatisticamente como evangélicos. Na verdade, são segmentos que precisam ser alcançados pelo Evangelho.

Se as 5 principais estratégias evangelísticas mais utilizadas por nossas igrejas evangélicas são incapazes de alcançar esses três seguimentos, pois eles já estão blindados a eles. Obviamente, a fé e a conversão é fruto do Espírito Santo, sendo Ele o responsável por convencer o pecador da Justiça, do Pecado e do Juízo, mas o Espírito usam os filhos de Deus para essa tarefa de alcançar os desigrejados, os igrejados e os similares.

Assim como é essencial se preparar para evangelizar os oito primeiros seguimentos menos alcançados

Os novos seguimentos menos alcançados pelo Evangelho no Brasil:

9. Os Desigrejados (buscam comunhão com Cristo, mas não querem comunhão com o corpo de Cristo dentro de instituições religiosas): 11.000.000 [12];

10. Os Igrejados (vivem uma vida buscam comunhão com o corpo de Cristo dentro das instituições religiosas, mas não tem comunhão com Cristo): Quantidade indefinida.

11. Os Similares (que estão em alguma instituição pseudo-evangélica que se desviaram do genuíno Evangelho de Cristo e pregam algo similar): Quantidade indefinida.

Ficamos a mercê de estatísticas oficiais do Estado ou de outros institutos de pesquisa, que nem sempre mensuram corretamente quantos somos, em qual situação estão e onde estão os segmentos menos evangelizados do Brasil.

Ora, se não conseguimos trazer dados precisos que nos ajudam a dimensionar corretamente o cenário do campo missionário brasileiro, como saber qual o tamanho do nosso problema? Como calcular quantos trabalhadores devemos formar adequadamente para cada um dos 11 campos? Como calcular quantos enviar corretamente para cada um dos 11 campos?

Outros seguimentos e sub-seguimentos não alcançados

Ainda existem outros sub-seguimentos socioculturais, socioeconômicos ou socioespirituais perto de nossas igrejas locais e que precisam ser vistos como campos missionários. Peça para o Espirito Santo te dar esse dom de descobrir esses novos segmentos perto de nossa igreja local.

Por exemplo: você poderá olhar ao redor da vizinhança de nossa igreja local cheia de casas com crianças e adolescente, que passam as tardes todas trancadas. Então, você abre a quadra da nossa igreja local para atividades esportivas e recreativas na parte da tarde.

Este estudo busca trazer alguns dados e informações para começarmos a analisar os 3 campos menos vistos pela Igreja Brasileira: os desigrejados, os igrejados e os similares. Os dados foram buscados na própria Internet e as fontes da pesquisa podem ser conferidos no final da análise.

9. SEGMENTO DOS DESIGREJADOS

O Intercessores do Brasil é uma missão pequena, nova (fundação: 2014), porém, tem se somado a outras missões e ministérios que enxerga nos desigrejados um segmento não alcançado.

Um dos maiores desafios (não só da igreja brasileira, mas na Europa e EUA) é resgatar ovelhas perdidas e não apenas evangelizar. Resgatar significa reconduzir essa ovelha para Cristo, para o Evangelho, para que ela voltem a ter comunhão com Cristo e com a sua Igreja e não apenas volte a ser um igrejado institucionalizado sem vida e sem frutos do espírito. Uma igreja saudável não apenas evangeliza, mas resgata seus igrejados e desigrejados.

Pelo levantamento feito pelos Intercessores do Brasil em 2015, o número de desigrejados é de 20% do total dos ditos evangélicos. Ou seja entre 10 a 12 milhões de pessoas que se dizem evangélicas, mas estão vivendo sem vida em comunidade com a Igreja. Muitos optaram por não mais ir à igrejas locais e não aceitam mais serem “institucionalizados” em denominação nenhuma.

10. SEGMENTO DOS IGREJADOS

Existem também um segmento que está lá, debaixo do nariz de todos os líderes eclesiásticos, mas eles não conseguem enxergar. São os igrejados.

O igrejado está é institucionalizado, ou seja, é está dentro de nossas instituições religiosas. Eles estão lá, religiosamente todos os domingos. Muitos participam das programações, louvam, trabalham, lideram, mas suas vidas estão longe de Cristo.

Como consequência, os igrejados mesmo que participem da Ceia do Senhor, mesmo que estejam institucionalizados há décadas, não estão em comunhão com Cristo e assim os frutos que produzem não são do Espírito, mas da carne. Não produzem frutos espirituais, pois ainda não estão ligados a videira verdadeira, não estão enxertados na oliveira.

Os igrejados são apenas religiosos, árvores estéreis e, para piorar, muitos estão vivendo em pecado, como um pé na igreja local e o outro pé no pecado mortal.

11. SEGMENTO DOS SIMILARES

E quando a própria instituição está desigrejada? Não estamos falando só de igrejas neopentecostais ou liberais, mas de qualquer uma igreja que abandonou o Evangelho e Cristo e vivem uma ortodoxia similar ao Evangelho. As vezes, a distorção com o Evangelho é tão grande que as igrejas pseudo-evangélicas se transformaram em apenas uma caricatura grosseira do Evangelho.

Uma vez que abandonaram o Evangelho de Cristo e/ou a Palavra como a única regra de fé e prática se tornam em pseudo-evangélicas. O fruto deste de pseudo-evangelho, são pessoas que se acham evangélica, se denominam evangélicas, falam como evangélicas, se comportam como evangélicas, acham que estão em comunhão com o Corpo de Cristo, mas não tem, porque não foi ensinado que Cristo deveria centro de suas vidas, mas apenas a viverem conforme ensinamentos similares ao Evangelho ou ensinamentos ligados a Antiga Aliança. Geralmente, essas igrejas similares, produzem os similares.

Infelizmente, não pode ser evangélico que seguem o Evangelho de Cristo. Os similares mudaram apenas de religião, mas precisam nascer de novo em Cristo. Certamente, a maioria está procurando melhorar de vida e querem conhecer a verdade, são sinceras do que estão fazendo. Poucos não necessariamente procurando mudar de vida ou buscam os seus próprios interesses. É preciso pregar o Evangelho de Cristo para os similares para que eles nasçam de novo.

Mensurar a quantidade de similares no Brasil é um trabalho praticamente impossível. Como o Espírito sopra livre e sempre a onde quer, não podemos generalizar e cair no erro de dizer que não há pessoas regeneradas freqüentando essas igrejas. Sim, muitos estão buscando trilhar suas vidas no Evangelho de Cristo, tendo a Cristo como o centro de suas vidas.

3ª PARTE) A Estratégia da Pregação Cristocêntrica

Em 2016, o Mackenzie fez uma pesquisa assustadora: 40% das mulheres que sofrem violência doméstica são evangélicas. [10] , sendo muitas dessas mulheres violentadas psicologicamente pelos líderes de suas igrejas e é potencializada pela omissão dos líderes, pelo medo de castigos de Deus de se levantar contra “os ungidos de Deus” ou de ser rejeitada socialmente pela sua comunidade religiosa.

A violência do agressor é combatida pelo ‘poder’ da oração. As ‘fraquezas’ de seus maridos são entendidas como ‘investidas do demônio’, então a denúncia de seus companheiros agressores as leva a sentir culpa por, no seu modo de entender, estarem traindo seu pastor, sua igreja e o próprio Deus”, denuncia o documento.

Que tipo de igrejas evangélicas nós estamos produzindo? É esse o fruto do Evangelho de Jesus Cristo? Como queremos ser sal e luz do mundo produzindo evangélicos nesta qualidade? A pesquisa não revela de quais denominações ou seguimentos essas mulheres pertencem, mas certamente elas estão em todas as igrejas evangélicas boas ou ruim, tradicionais ou não, verdadeiras ou similares e entre os evangélicos nominais (desigrejados).

É urgente a necessidade da Igreja Brasileira se arrepender de sua infidelidade e voltarmos ao Evangelho de Jesus Cristo. A pregação do Evangelho leva os fiéis a uma vida prática onde cada um nega a si mesmo toma a sua cruz e segue a Jesus, porque na ortodoxia não é pregada a Palavra e na ortopraxia doutrinária é ensinado um Evangelho cada vez mais distante de Cristo e mais perto da auto-satisfação e do bem-estar pessoal das pessoas.

Uma boa parte do problema que em muitas igrejas a pregação deixou de ser cristocêntrica e assim os ditos pastores, bispos, apóstolos e até (pasmem) “querubins” dessas seitas, estão ensinando o povo a invocar o nome dos seus líderes, a reinvidicar bênçãos, prosperidade, a idolatrar o nome de suas denominações, a idolatrar suas doutrinas, a adorar artistas gospel e a centralizar qualquer outra pessoa ou coisa acima de Cristo.

Muitos desses líderes até ensinam seus fiéis a invocam o nome de Jesus Cristo e até ensinam que Jesus precisa ser o centro da vida deles, mas não levam as pessoas a se arrependam de seus pecados, entreguem suas vidas e pratiquem o Evangelho. Portanto, a pregação do Evangelho não resolve sozinho todos esses problemas.

“Como, porém, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem nada ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados?” (Romanos 10:14-15)

Infelizmente, igrejas evangélicas que não pregam Cristo como o centro de tudo são as que mais crescem. Abrem-se novas denominações todos os dias. Já virou um seguimento mercadológico bem explorado pelo mercado consumidor. Segundo dados do SEPAL (2014), os evangélicos abrem 14 mil igrejas por ano no Brasil e diariamente os evangélicos do Brasil arrecadam R$ 60 milhões, num total de R$ 21,5 bilhões por ano. A maioria, é formada por igrejas neo-pentecostais e de pseudo-evangélicas ou seitas evangélicas.

O Apóstolo Paulo disse “Todo aquele que nele crê não será confundido.” (vs. 10) e “Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo.” (vs. 12) Mas as pessoas não estão invocando o nome de Jesus para serem salvas.

Já os igrejados estão indo nos ajuntamentos solenes de igrejas tradicionais, onde ajudam a crescer os números das pesquisas sobre o crescimento dos evangélicos. Já os similares vão nos ajuntamentos “do poder de Deus”, nos cultos de libertação, nas “seções de descarrego”, indo em busca dos milagres de Jesus, mas não do Jesus dos milagres.

O igrejado conhece o verdadeiro Evangelho, mas não o pratica. O similar desconhece o verdadeiro Evangelho. Então, o que eles tem em comum? Eles vão nas igrejas locais em busca de agradar a Deus para ser abençoado. Vão em busca de barganhar com Deus em troca de prosperidade, como se o simples fato de se dizerem da “religião” evangélica ou membro de uma igreja tradicional ou dizimista, serão salvos do inferno de suas vidas e do Inferno depois dessa vida.

Já o desigrejado, normalmente conhece o verdadeiro Evangelho e o pratica, mas erra em escolher comunhão só com Cristo e não querer comunhão com o seu Corpo. Querem viver sepados do seu Corpo Místico que é a Igreja e essa não é a instrução bíblica.

Então, numa exegese bastante simples e resumida de Romanos 10, o Apóstolo Paulo nos dá uma única estratégia de resgate dos igrejados e desigrejados e de evangelismo dos similares. A estratégia é a Pregação cristocêntrica.

Somente com a pregação tendo Cristo como centro, o Espírito levará o homem a entender que ele é pecador e que precisa da salvação em Cristo.

Somente através da pregação cristocêntrica e o Espírito Santo fará o igrejado se reconhecer como pecador se arrepender, confessar seus pecados e o fará invocar a a Cristo Jesus como o seu salvador.

Somente a pregação cristocêntrica levará as igrejas pseudo-evangélicas a produzir pessoas que entendam e vivam o Evangelho de Cristo ou seja, que produzem evangélicos e não similares.

Somente a pregação cristocêntrica produrizará o arrependimento no coração do desigrejado para que ele volte a comunhão com o Corpo de Cristo e queira ser um membro ativo no trabalho para o Reino de Deus. A pregação cristocentrica mostra o papel da Igreja e a necessidade de vivermos e dividirmos as alegrias de sermos vários membros com várias funções e dificuldades de sermos um só em Cristo.

Porque, “somente aqueles que invocarem o nome de Jesus Cristo serão salvos” (vs. 12), mas…

  1. Como invocarão a Jesus se os igrejados não creram nele?
  2. Como crerão em Jesus se os pseudo-evangélicos não ouvem pregações cristocêntricas?
  3. Como os desigrejados ouvirão se não há quem pregue para eles?E como os missionários pregaram se não forem enviados aos desigrejados, igrejados e similares?

4ª PARTE) Análise Final

Tanto os desigrejados, como os igrejados como os similares são campos invisíveis à Igreja Brasileira. Claro que os outros 9 seguimentos também precisam ser alcançados pelo verdadeiro Evangelho de Jesus Cristo.

Se é impossível achar salvação por meio de instituições religiosas, elas devem ser apenas plataformas missionárias para o ensino, preparo, envio e sustento de pregadores do Evangelho.

É preciso que a Igreja Brasileira pregue o verdadeiro Evangelho Cristocêntrico da salvação somente, pela graça, por meio da fé em Jesus Cristo, revelado somente nas Escrituras, para que a glória seja somente de Deus e não de instituições religiosas ou líderes eclesiásticos ou fruto de obras humanas. Isso fará com que a Igreja Brasileira cresça em qualidade na doutrina e não só quantitativamente.

E, mesmo que uma boa igreja local, pregue e verdadeiro Evangelho e ensine as Doutrinas da Graça, sempre haverá dentro delas os igrejados a serem identificados e cuidados, os que querer desigrejar para serem resgatado e os similares de pseudo-igrejas que não conhecem o Evangelho para serem evangelizados. É importante os pastores e líderes estarem atentas para resgatar, exortar, doutrinar, discipular, amar, cuidar, acompanhar as pessoas ditas evangélicas, dentro e fora de suas instituições, para que elas continuem evangélicas ou seja, seguidoras do Evangelho de Cristo.

Oremos para que a Igreja Brasileira nos envie como missionários para esses 8 seguimentos menos evangelizados e para esse 3 seguimentos invisíveis (igrejados, desigrejados e similares).

[1] http://www.ultimato.com.br/conteudo/quem-sao-os-menos-evangelizados-no-brasil

[2] http://www.brasil.gov.br/governo/2015/04/populacao-indigena-no-brasil-e-de-896-9-mil

[3] https://pt.wikipedia.org/wiki/Povos_ribeirinhos

[4] https://livreser.org.br/sertanejos-6-mil-assentamentos-sem-presenca-de-uma-igreja-evangelica/

[5] http://www.redebrasilatual.com.br/cidadania/2013/05/no-brasil-75-dos-quilombolas-vivem-na-extrema-pobreza

[6] https://www.nexojornal.com.br/entrevista/2017/08/26/Qual-o-retrato-da-migração-estrangeira-hoje-no-Brasil-segundo-este-especialista

[7] http://institutoitard.com.br/desafios-para-formacao-educacional-de-surdos-no-brasil/

[8] https://exame.abril.com.br/economia/quantos-sao-e-quanto-ganham-as-pessoas-mais-ricas-do-brasil/

[9] https://g1.globo.com/economia/noticia/brasil-tera-ate-36-milhoes-de-novos-pobres-em-2017-diz-bird.ghtml

[10] https://noticias.gospelmais.com.br/40-mulheres-sofrem-violencia-domestica-evangelicas-86697.html

[11] http://olharcristao.blogspot.com.br/2016/01/populacao-evangelica-em-2016-blog-olhar.html

[12] http://bolacomgravata.com.br/11-milhoes-de-desigrejados-evangelicos-no-brasil-quem-se-importa-dentro-das-igrejas-ninguem/

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