A Virosfobia, a Patocracia e o Poder do Mal


“Gostei de mandar em você!”:

A expressão acima poderia ser um outro título para definir a patocracia imposta ao mundo pela China por meio da virosfobia do COVID-19.

0. INTRODUÇÃO

Neste artigo, traremos da ação do PCC (Partido Comunista Chinês) dentro de duas perspectiva:

  • Perspectiva Politico-filosófica; e
  • Perspecitiva Teológica.

Dentro da Perspectiva Politico-filosófica, evidenciando e maximizando três paralelos desta ação chinesa sobre o mundo:

  1. O Poder Econômico
  2. O Poder Virosfóbico
  3. O Poder Patocrático

E, ao final, traremos uma Perspectiva Teológica, uma análise da ação chinesa pela ótica da cosmovisão bíblica:

  1. O Poder do Mal

Para não cairmos na “tentação simplista” de muitos teólogos, de tentarem interpretar os fenômenos contemporâneos de forma simplista e superficial, desenvolveremos a boa apologética.

Para análise que transceda a Virofobia e a Patocracia como problemas fenomenais humanos, é necessário utilizar pressupostos teológicos que expliquem a Origem do Mal que nos traga aplicações práticas na ação da Igreja neste cenário caótico globalizado, intensificado por conflitos de interesse da China para com o resto do mundo.

PERSPECTIVA DE POLÍTICO-FILOSÓFICA

Para evitar “a guerra de todos contra todos“ e justificar o poder absoluto do  (estado), o filosofo Thomas Hobbes, formulou que o homem só se impõe ao outro pela força. Portanto, podemos entender o poder como um objeto monolítico indivisível e não compartilhado. No pensamento de Hobbes, o poder se dá por disputas e conquista, por meio do uso de força e violência.

Em 1818, Max Weber, em seu ensaio “A Política como Vocação” afirmou que o cabe ao estado o monopólio da violência. Na época de Weber o Império Inglês era a maior potência do mundo. O poder só saiu das mãos britânicas, porque aconteceu um evento catastrófico: a Segunda Guerra Mundial, que transferiu o poder político-econômico-militar para os Estados Unidos.

Segundo o filósofo Olavo de Carvalho, “As forças históricas que hoje disputam o poder no mundo articulam-se em três projetos de dominação global: o ‘russo-chinês’ (ou ‘eurasiano’), o ‘ocidental’ (às vezes chamado erroneamente ‘anglo-americano’) e o ‘islâmico’.” (Carvalho, 2011) [4]

Por que a China, que possui o maior exército do mundo, com 2.3 milhões de militares não domina o mundo?

A resposta é: Não é preciso guerra bélica. A China em breve passará os EUA pelo poder da economia e o processo que ela está utilizando para isso é o uso da virosfobia.

Como foi possível ver o vídeo acima, somente um evento catastrófico, muito maior do que a atual crise do vírus chinês, poderá intensificar os planos de Xi Jinping de ter o o maior poder político-econômico-militar do mundo.

1. O PODER ECONÔMICO

Até 2035 a economia chinesa ultrapassará a economia americana e será o maior poder econômico do mundo. Os dois planos são simultâneos: Com a Nova Rota da Ceda o PCC domina o mundo economicamente e, com a virosfobia, o mundo inteiro fica paralisado de alguma reação pelo medo.

Entenda melhor o que é A Nova Rota da Ceda:

Netflix: “Ascensão da China” (23 min), 3º episódio da série “História: Direto ao Assunto”:
https://www.netflix.com/title/81116168?s=i&trkid=13747225

1.1. Documentário produzido pela TV portuguesa:

O Mundo Segundo Xi Jinping 2018 Documentário

1.2. A Nova Ordem Mundial Chinesa:

1.3. Geoeconomia 1 – Iniciativa da Rota da Seda:

1.4. Dia 9 de março o PCC reslveu manter Xi Jinping no poder da China indefinidamente

1.5. O Corona Money:

1.6. Corona Ditadura:

Veja mais vídeos para você entender os planos do Partido Comunista Chinês para o mundo com o estudo “A Servidão Voluntária à China“: http://bit.ly/coronaditadura

Portanto, vemos que os planos da Nova Rota da Ceda não tem levando a China a apenas se tornar a maior economia do mundo, mas a se tornar a nação mais poderosa da Terra. A China não está só comprado as empresas e a infraestrutura, mas países inteiros.

A falta de informação sobre a movimentação econômica da China, faz com que a influência do PCC se movimente tão silenciosa quanto um diabetes: quando a vítima perseber, o corpo já estará com todos os seus órgãos comprometidos. A China tem comprado o silêncio crítico contra essas aquisições. Para deixar a ação do diabete escodida, a China tem comprado os grandes grupos de comunicação do mundo, os estúdios de Hollywood e produtoras de conteúdo para criarem filmes e séries apocalípticas sobre pandemias. Assim, podemos dizer que é através do domínio da cultura que os comunistas chineses tem intensificado sua Patocracia.

1.7. A Intensificação da Venda do Brasil

Foi durante os governos do PT que a China se tornou o maior parceiro comercial do Brasil e em 2004, o ex-presidente Lula reconheceu a China como uma economia de mercado. [7] De lá pra cá, o comércio com China se tornou quase 80% do superávit da balança comercial brasileira. [8]

A venda do Brasil para a China se intensificou depois com a chegada do João Dória ao poder do governo de São Paulo e através de negociatas com os governadores de vários estados. Veja no vídeo abaixo:

2. O PODER VIROSFÓBICO

2.1. Qual o impacto do medo nas vida das pessoas?

Veja esta explicação sobre o que é a fobia:

A Fobia é uma perturbação psicológica que provoca sintomas físicos, causada pelo medo sentido em determinada experiência ou exposição. Dizemos que estamos perante um estado fóbico ou de pânico quando a ansiedade sentida é excessiva em relação ao perigo real que determinada situação representa. [1]

O interessante é que a psicologia trata clinicamente a fobia como um medo irracional. Veja:

Os medos são irracionais e limitam imenso a vida das pessoas. Estes “pequenos” medos têm um grande impacto na vida de quem sofre. Se estas Fobias não forem tratadas a tempo, há tendência para agravar e a vida torna-se cada vez mais condicionada. [1]

Não é de hoje que o PCC usa vírus para trazer adoecer mentalmente o mundo causadas por fobias coletivas. Em 2003, 42% das vítimas da SARS desenvolveram algum tipo de transtorno mental e isso cria o ambiente perfeito para o domínio de uma patocracia.

2.2. Suicídios pelo coronavírus:

Na Itália a disseminação do pânico do coronavírus tem levado a uma onda de suicídio. [8] Psiquiatras e psicólogos são unânimes em dizer que a saúde mental da população foi afetada por culpa da abordagem alarmista da mídia.

Os bons jornalistas, por dever de ética, tem combinado com os profissionais de saúde mental e as próprias autoridades de saúde pública de não divulgar os casos de suicídio, porque isso influencia pessoas que já estão pensado em suicídio.A mesma combinação não tem sido feita para a não divulgação dos números de infectados e das mortes por coronavírus e o resultado desta espetacularização mórbida é o aumento do suicídio pelo medo do vírus e não pelo COVID-19.

3. O PODER PATOCRÁTICO

O que estamos vendo com a crise do COVID-19 é mais do que a criação de uma pandemia, mas a fabricação do UM NOVO NORMAL: um modelo globalista que se confunde com o modus operandis do próprio Partido Comunista Chinês.

No prefácio do livro “Ponerologia: Psicopatas no Poder”, o filósofo Olavo de Carvalho explica que quando psicopatas tomam o poder (político, econômico e midiático) a sociedade vira histérica.

“só uma classe de psicopatas tem a agressividade mental suficiente para se impor a toda uma sociedade por esse meio. Segundo – descobriram que, quando os psicopatas dominam, a insensitividade moral se espalha por toda a sociedade, roendo o tecido das relações humanas e fazendo da vida um inferno. Terceiro – descobriram que isso acontece não porque a psicopatia seja contagiosa, mas porque aquelas mentes menos ativas que, meio às tontas, vão se adaptando às novas regras e valores, se tornam presas de uma sintomalogia claramente histéria, ou histeriforme. O histérico não diz o que sente, mas passa a sentir aquilo que disse – e, na medida em que aquilo que disse é a cópia de fórmulas prontas espalhadas na atmosfera como gases onipresentes, qualquer empenho de chamá-lo de volta às suas perpecções reais abala de tal modo a sua segurança psicológica emprestada, que acaba sendo recebido como uma ameaça, uma agressão, um insulto.”

Olavo de Carvalho

Estamos vendo ditos países livres se rendendo a patocracria de seus ditos representantes democráticos. Vemos em todo mundo a imposição do novo normal que obrigará a humanidade a aceitar a restrição das liberdades e direitos individuais em nome de uma segurança contra a pandemia.

3.3. O NOVO NORMAL EM ESCALA GLOBAL:

O Novo Normal surgiu junto com o coronavírus e é um termo que já está sendo discutido de quem crê na imposições de insanidades comportamentais ao mundo crise do vírus chinês.

O pensadores Luiz Felipe Pondé vê o “novo normal” como parte da paranóia coletiva e nega que haja um planejamento ponerológico pós-pandêmico ao mundo. Veja o vídeo:

Contudo, muita gente séria no próprio mercado já tem discutido sobre o novo normal e a necessidade de empresas se adequarem, como é o caso da PwC que escreveu em um comunicado aos seus clientes de petróleo:

quanto mais as políticas COVID-19 restringirem o movimento de pessoas, maior a probabilidade de novos comportamentos de viagem, trabalho e consumo se tornarem o novo normal. Por sua vez, o mais provável de uma queda temporária pode se tornar a destruição estrutural da demanda a longo prazo, com conseqüências adicionais para a estabilidade do mercado de petróleo.

Tradução: Wesley Porfírio

Esta análise econômica do novo normal só poderia ser feita se o comportamento das pessoas já estivessem preparadas para aceitar o novo padrão de restrição de liberdades individuais.

3.4. O NOVO NORMAL PONEROLÓGICO

Mas será que podemos confiar nas autoridades políticas de que após a pandemia eles nos devolveram nossa liberdades?

No século XVIII um dos pais fundadores dos Estados Unidos, Thomas Jefferson disse que “Aqueles que abrem mão da liberdade essencial por um pouco de segurança temporária não merecem nem liberdade nem segurança.

Logo, podemos verificar que a virosfobia é uma das etapas do plano patocrático não só do PCC, mas de todos os globalistas que cooperam com a plantação da NOM (a Nova Ordem Mundial).

O plano ponerológico de dominação comunista da China é a intensificar a aceitação da Patocracia como o Novo Normal, o que colabora com os avanços da agenda da NOM.

Enquanto o mundo se rende a loucura coletiva da virosfobia o PCC (Partido Comunista Chinês) continuará a lucrando com a Nova Rota da Ceda e quebrando as economias do mundo espalhando a virofobia em escala global.

3.5. A AGENDA 2020 DO MARXISMO CULTURAL:

Que resposta podemos dar a criação de tantos filmes sobre pandemias e a tantas notícias alarmistas?

Os planos do PCC não seriam possíveis sem a leniência da extrema-imprensa mundial alimentando o clima virosfóbico e sem a criação de um imaginário coletivo para a humanidade aceitar a paranóia coletiva. Somos bombardeados o tempo todo com notícias que tentam impor um clima de derrota da humanidade para com um inimigo invisível, enquanto o inimigo visível é grosseiramente ignorado.

Mas como isso foi possível? Como o mundo livre pude ser tão facilmente enganado?

A resposta é que este plano globalista não foi pensado hoje, mas desde o século pensadores marxistas planejam a destruição da antiga ordem, para a criação da NOM.

Até agora os filósofos se preocuparam em interpretar o mundo de várias formas. O que importa é transformá-lo.

Karl Marx MARX, K., Teses Sobre Feuerbach.

Afinal, o marxismo nada mais é do que uma religião humanista, que nega a existência do Deus judaico-cristão, mas se propõem da redenção da humanidade com um novo paraíso terrestre com a criação do Novo Homem.

Longe de ser uma teoria conspiracional, uma das provas vivas da intensificação deste planejamento diabólico na criação deste Novo Homem nesta NOM é a existência da Fabian Socity (Sociedade Fabiana), cujo o slogan em seu site oficial é “The future of the left since 1884” (O futuro da esquerda desde 1884).

Neste printshot feito em 06/07/2020 no site da Fabian Socity a imagem de um humano caminhando cercado por um futuro cheio de vírus e a expressão “stepping up” (intensificando).

3.6. HISTERIA COLETIVA:

Se por um lado você tem pessoas totalmente tomadas pela virofobia, por outro lado você tem a histeria coletiva dos que entenderam os planos do PCC e vêem as pessoas paralisadas pela virosfobia, mas todos sendo levados a um estado de patocracia. A Patocracia, segundo o Dr. Andrew Lobaczewski é um estado onde uma sociedade perde a capacidade de autocontrole crítico sobre seu comportamento de forma direta ou indiretamente:

Seja direta ou indiretamente, isto é, por meio de “agentes” viciosos, essa chamada da patocracia, uma vez apropriadamente “enfeitada”, alcança um ciclo significativamente amplo de pessoas, incluindo tanto indivíduos com várias anomalias psicológicas como aqueles que são frustrados, privados da oportunidade de se educar e fazer uso de seus talentos, física ou moralmente ofendidos, ou simplesmente primitivos. A faixa de resposta a esse chamado pode variar em proporção, mas em nenhum lugar ela representa a maioria. Apesar de tudo, os propagandistas nativos que surgem nunca levam em consideração o fato de que eles não estão
aptos para extasiar a maioria.
(Lobaczewski, p. 148) [2]

O CONSERVADORISMO TENTA, MAS É INCOMPLETO:

O Movimento Conservador é hoje o principal antagonista a implantação da Nova Ordem Mundial, pe __________________________________________

Ao analisar o pensamento conservador para a solução da virosfobia, da patocracia e para o __________________________________________

PERSPECTIVA TEOLÓGICA

4. O PROBLEMA DO MAL

O Rev. Heber Campos Jr., em uma entrevista ao programa “Academia em Debate” fez um breve resumo sobre a origem do mal dentro da cosmovisão bíblica sobre a relação de um Deus bom com a existência do mal, a origem de satanás, a teologia relacional (ou teísmo aberto), entre outros assuntos relacionados ao tema da “Origem e o Problema do Mal”.

Programa Academia em Debate

CONCLUSÕES:

Vimos como a virosfobia é um dos planos globalistas para a criação de um Novo Normal, onde a humanidade ficará aprisionada ao medo e que a tendência de todos os grupos resistência é se cairem na histeria coletiva ou em profunda depressão pelo sentimento de impotência quanto aos poderes globais.

Então, como não cair nem virosfobia e nem na histeria ou sentimento de impotência diante do Problema do Mal?

A resposta ao Problema do Mal é antiga e pode ser respondida por várias áreas do conhecimento humano. Contudo, vemos que a melhor solução é teológica.

Partindo pelo pressuposto na inspiração bíblica das Escrituras e na sua inerrância, podemos chegar a resposta que Francis Shaffer chegou:

asdfasdf __________________________________________

(Shaffer, p.

CITAÇÕES:

[1] Qual a diferença entre fobia e medo? https://bit.ly/fobiamedo

[2] LOBACZEWSKI, Andrew “Ponerologia: psicopatas no poder”; Vide Editorial, 2014.

[3] Medo Coletivo: prejudicar saúde mental durante epidemias: https://bit.ly/medocoletivo

[4] CARVALHO, Olavo “Os Donos do Mundo”: https://olavodecarvalho.org/os-donos-do-mundo/

[5] MARCUSE, Hebert “O Homem Unidimencional: a ideologia da sociedade industrial”; Zahar Editores, 1974.

[6] PwC “Energy industry and COVID-19 (coronavirus): strategising for the ‘new normal’”: https://bit.ly/thenewnormalpwc

[7] Brasil reconhece China como economia de mercado: https://noticias.uol.com.br/ultnot/2004/11/12/ult1928u594.jhtm

[8] Valor Econômico: https://valor.globo.com/brasil/noticia/2020/04/07/comercio-com-china-responde-por-quase-80-do-superavit.ghtml

[9] Gazeta do Povo: https://www.facebook.com/cristaosqueprotestam/posts/2474489299508037

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