O transporte coletivo PÚBLICO precisa acabar?


Mais de um milhão de pessoas continuam sem ônibus no Distrito Federal pelo segundo dia consecutivo. A população usa transporte alternativo e o trânsito fica complicado com mais carros nas vias (José Cruz/Agência Brasil)

Porque devemos privatizar o transporte público e abrir o mercado?

Na verdade o transporte coletivo público já está acabado! Não funciona em lugar nenhum do Brasil! Então como solucionar?

Esta precisa ser a bandeira mais importante de qualquer prefeito do Brasil!

A) AS NOTíCIAS DA REALIDADE

As notícias da realidade em Goiânia não é diferente de outras cidades onde o estado detém a concessão do serviço público e entrega para um pequeno oligopólio explorar.

  1. Em meio ao coronavírus, passageiros reclamam da superlotação de ônibus após redução da frota em Goiânia;
  2. CMTC sugere suspensão do transporte coletivo em Goiânia e Região Metropolitana;
  3. Fiscais em Goiânia poderão dispersar aglomerações de mais de 10 pessoas que não respeitem distância; e
  4. Empresas do sistema de transporte assumem gestão de terminais de ônibus em Goiânia.

B) O PROBLEMA

Para o transporte coletivo melhorar é preciso ele deixar de ser “público” ou seja: deixar de ser uma concessão de serviço público, mas que no final fica nas mãos de um cartel de empresas que criam um oligopólio bilionário.

Precisamos de um serviço de transporte coletivo de livre mercado concorrencial. É exatamente a evolução que o Uber trouxe para o mercado, quando tirou das mãos das cooperativas o poder de monopolizar o mercado de taxis.

O próximo prefeito de Goiânia precisa ter coragem de enfrentar o oligopólio das únicas 6 concessionárias responsáveis pela produção e execução dos serviços ofertados na RMTC (Rede Metropolitana de Transportes Coletivos) de Goiânia:

  1. Rápido Araguaia Ltda., 
  2. HP Transportes Coletivos Ltda., 
  3. Viação Reunidas Ltda., 
  4. Cootego (Cooperativa de Transportes do Estado de Goiás),
  5. Metrobus Transporte Coletivo S.A. (estatal)
  6. RedeMob 

Em todo o Brasil é preciso abrir o mercado para a população ter opções melhores e mais baratas de Transporte Coletivo que não sejam apenas a dos coletivos públicos (dominados por oligopólios).

QUAL A DIFERENÇA ENTRE OLIGOPÓLIO E CARTEL?

Muita gente pensa que oligopólio é sinônimo de cartel, mas trata-se de dois conceitos distintos. O oligopólio constitui um regime específico de mercado, caracterizado pela presença de poucas empresas. É uma situação intermediária entre o monopólio — no qual há apenas uma empresa — e o mercado livre concorrencial — com um número muito grande de participantes.

Não é crime ser oligopolista, mas infelizmente todos as concessões de serviços públicos acabam sendo criando oligopólios que respondem pela maior parcela das “parcerias” público privadas (PPP). É preciso mudar a legislação para que não haja mais nenhuma concessão de serviço público. Tudo precisa ser privatizado para que o mercado auto-regulamente o mercado e, se houver a criação de cartéis ou trustes, aí sim o estado deve ser acionado pela via judicial ou mesmo de repressão policial contra o crime.

Em contraste, o cartel constitui uma combinação entre agentes do mercado para aumentar preços, boicotar um concorrente efetivo ou potencial, dividir mercados ou fazer tudo isso ao mesmo tempo.

C) A SOLUÇÃO

Apesar de ser da competência estadual a privatização da Metrobus, o problema afeta em cheio a vida do cidadão goianiense, portanto é preciso que o prefeito de Goiânia desafie o Governo do Estado e o oligopólio da RMTC.

A sociedade goianiense deve pressionar e propor que o RMTC não interfira na abertura de mercado, porque impedir esta abertura pode ser tipificado o impedimento como tentativa de criação de um cartel. Aí sim, cartel é crime!

O candidato a prefeito que encampar esta guerra contra o oligopólio da RMTC, tem o meu apoio, tem o meu voto! Pois é um mercado bilionário nas mãos de poucos e totalmente ineficiente!

Se estivesse nas mãos da iniciativa privada e com a livre concorrência nunca mais veríamos ônibus super-lotados, sem ar condicionado e sem conforto. O preço das passagens despencariam, pois o empreendedor iria fazer de tudo para conquistar seus passageiros.

Através de uma simples canetada do prefeito ele pode começar o processo de abertura do transporte público para a iniciativa privada. Basta privatizar a estatal Metrobus leiloando vários lotes para empresas diferentes e concorrentes.

Mas tudo isso deve ser feito com a ajuda da Câmara Municipal. Portanto, é essencial que tenhamos a renovação de no mínimo 50% dos vereadores de Goiânia sendo liberalistas econômicos e já entrando com esta bandeira de privatizar o transporte público da capital.

D) A OPINIÃO

Esta é a minha opinião. E por enquanto, dar opinião sem o anonimato ainda não é crime.

Se você concorda com a minha opinião e quer ver o Transporte Coletivo de Goiânia ser PRIVADO e não mais PÚBLICO, compartilhe esta mensagem até chegar nos candidatos a prefeitura de Goiânia.

Wesley Porfírio
#CristãosQueProtestam

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