“A Ivermectina possui efeito antiviral contra Omicron” afirma indústria farmacêutica japonesa


Fonte: Epoch Times Tradução: Wesley Porfírio

“A Ivermectina embalada para uso humano é amplamente prescrita há décadas para uma série de doenças, inclusive para o tratamento de piolhos, outros parasitas e vírus.” (Natasha Holt/Epoch Times)

Um conglomerado japonês que está estudando o medicamento antiparasitário Ivermectina, descobriu que o medicamento teve um efeito antiviral na variante Omicron, de acordo com uma pesquisa não clínica conjunta.

A Kowa Co. Ltd., conglomerado japonês com interesses em comércio, hospitalidade e eletrônicos, juntamente com aplicações médicas e de saúde, emitiu um comunicado à imprensa em 31 de janeiro afirmando que a Ivermectina foi considerada eficaz contra a Omicron em estudos in vitro. A empresa também está realizando um ensaio clínico de Fase 3 sobre o uso da Ivermectina para tratar pacientes com COVID-19, embora as observações da empresa sobre a eficácia se refiram aos resultados da pesquisa em laboratório.

Os representantes da Kowa não responderam a nossa solicitação de comentário até o momento.

A farmacêutica, que trabalha com a Universidade Kitasato, com sede em Tóquio, disse que a Ivermectina tem o “mesmo efeito antiviral” em todas as “cepas mutantes”, incluindo Alpha, Delta e Omicron. A Kowa acrescentou que a Ivermectina suprime a invasão do vírus e inibe sua replicação.

Espera-se que [a Ivermectina] seja aplicada como medicamento terapêutico (comprimido) para todas as novas doenças infecciosas por coronavírus”, disse o relatório.

A Ivermectina é usada pela Organização Mundial da Saúde há mais de 30 anos para tratar infecções parasitárias. Voluntários distribuíram a droga em países africanos onde ela se mostrou extremamente eficaz, disse o relatório da Kowa.

Entretanto, o tratamento está envolvido em recentes controvérsia, porque o Food and Drug Administration (FDA) dos EUA não aprovou o uso de Ivermectina como tratamento para COVID-19, embora o medicamento seja usado em humanos para tratar uma variedade de doenças.

O FDA se recusou a responder a solicitação de detalhamento do Freedom of Information Act (FOIA) sobre quaisquer relatos de efeitos colaterais relacionados ao uso de Ivermectina no tratamento do COVID-19 enquanto denunciava publicamente seu uso.

O governo federal americano paga hospitais em todos os EUA para tratar pacientes com COVID-19, mas este pagamento está vinculado aos métodos aprovados e a Ivermectina não faz parte do protocolo aprovado.

No entanto, as famílias desesperadas para salvar seus entes queridos estão apelando para infiltrar de forma escondida a droga em hospitais como último esforço e que muitas vezes acaba ajudando as pessoas infectadas a se recuperarem.

Todos ou parte de 22 países ao redor do mundo aprovaram o uso de Ivermectina no tratamento de COVID-19, com base em vários estudos. O Japão ainda não aprovou oficialmente a Ivermectina para o tratamento da COVID-19.

Um Projeto de Lei foi apresentado para tornar New Hampshire o primeiro estado americano a tornar a Ivermectina parte dos tratamentos aprovados para COVID-19 e oferecê-la como um medicamento de livre comercialização.

Humanamente, não tenho absolutamente nenhuma dúvida de que vidas serão salvas se a Ivermectina estiver disponível aos pacientes com COVID”, disse a deputada estadual Leah Cushman, republicana e também enfermeira, ao Epoch Times sobre sua proposta de lei HB3005.

Os detratores do uso de Ivermectina alegaram que a droga é extremamente perigosa. “Eu nunca gostaria que este medicamento fosse prescrito para mim ou minha família e tomaria medidas legais contra qualquer pessoa que recomendasse isso a meus entes queridos”, escreveu o Dr. David Levine, do Dartmouth-Hitchcock Medical Center, em seu depoimento escrito sobre o projeto.

Dr. Paul Marik, um defensor do uso de ivermectina, testemunhou que a ivermectina “é uma das drogas mais seguras na face deste planeta”.

Marik, que é cofundadora da Critical Care Alliance (grupo composto por advogados e médicos de linha de frente contra a COVID-19), disse que a Ivermectina é aprovada para o tratamento de vírus em 79 países. “Como os japoneses, indianos e brasileiros podem usar com segurança a Ivermectina, mas ela é tóxica para os americanos? Só pode ser brincadeira!”, disse Marik.

Marik foi forçado a renunciar ao cargo na Eastern Virginia Medical School devido a batalhas legais relacionadas ao uso de tratamentos alternativos para o COVID-19, que incluíam o uso de Ivermectina.

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